Reinista Fiel
Servir a DEUS é um Prazer
terça-feira, 27 de janeiro de 2015
Amigos e irmãos prestem atenção!
Uma ovelha em seu rebanho que já irritada em ouvir o seu pastor naquela mesma trilha de ida e a mesma de volta. Ela achando que conhecia o caminho sempre is a frente bem mais a frente pra não ter que ouvir a voz do pastor então ela ia e voltava a frente assim que o pastor chegava ela já partia em sua trilha.
Devido a muitos lobos que vinham por aquele caminho que era de costume das ovelhas passarem. O pastor mudou o caminho as aquela ovelha que achava que era esperta ao suficiente pra não ter que mais ouvir seu pastor não ouviu que o pastor chamava pra mudar a rota pq ali havia perigo.
Qdo a ovelha percebeu estava sozinha no meio do deserto e no meio de vários lobos querendo ataca lá e ela coagida sem mais nenhuma esperança ela ouviu a voz que ela mais desprezava como um som de uma harpa tocando as mais belas canções . A voz do seu pastor espantando os lobos. E a salvando da morte. E a resgatou mas assim que a resgatou o pastor quebrou suas patas e a carregou nas costas.
E assim e lá ouvia muito mais alto a voz do pastor pois todo dia ela estava nas costas dele sendo carregada
Até a cura das suas patas.
A ovelha entendeu que de lá nas costas do pastor ela via que o pastor do alto tinha uma visão melhor de todo o ambiente aonde podia prever o mau antes que as próprias ovelhas e mesmo ele fazendo coisas que as ovelhas não gostassem era para o bem delas e pelo amor que ele tinha a elas.qdo a ovelha foi curada ela foi e contou a todas as ovelhas o amor do seu pastor a todos.
Olha irmãos ame e seja obediência te mesmo que as vezes não concordem com certas coisas mas com certeza é pelo amor a vcs e cuidado que certas atitudes ele toma.
Graça e paz
Flavio Bittencourt
sexta-feira, 23 de janeiro de 2015
Irmão Mais Velho
Me pararam e me perguntaram o que é jesus pra mim.
parei e pensei logo em falar que ele era o salvador o homem que morreu por mim, mas não disse, parei e fiquei quieto e ele me perguntou de novo.
- Quem é Jesus pra você?
então respondi assim:
- Meu irmão!
ele Disse: - Como assim seu irmão? eu estou falando serio ! quem é Jesus pra você?
então disse a ele que jesus é o meu irmão pois sou filho de Deus. e Jesus e meu irmão primogênito e meu Rei ao qual sirvo.
amigos prestem atenção, Jesus ele é seu melhor amigo é seu irmão, não um amoleto ao qual só procuramos quando precisamos ou quando estamos numa enrascada.
"Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna." João 3:16
Por isso sou salvo porque MEU IRMÃO me salvou.
agora preste atenção!
"Mas, vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei,
Para remir os que estavam debaixo da lei, a fim de recebermos a adoção de filhos.
E, porque sois filhos, Deus enviou aos vossos corações o Espírito de seu Filho, que clama: Aba, Pai.(paizinho Querido)
Assim que já não és mais servo, mas filho; e, se és filho, és também herdeiro de Deus por Cristo." Gálatas 4:4-7
Graças ao Meu irmão (JESUS) hoje Sou Filho de DEUS, pois ele veio ao mundo na lei para nos trazer a graça "Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus." Efésios 2:8 e nos deu o seu espirito (Espirito Santo) Clamando Aba Pai nos dando total liberdade a termos intimidade com ele. "Porque, qual dos homens sabe as coisas do homem, senão o espírito do homem, que nele está? Assim também ninguém sabe as coisas de Deus, senão o Espírito de Deus.
Mas nós não recebemos o espírito do mundo, mas o Espírito que provém de Deus, para que pudéssemos conhecer o que nos é dado gratuitamente por Deus." 1 Coríntios 2:11-12
então devemos saber que somos herdeiros de deus mediante a Cristo e alem de sermos a imagem e semelhança de Deus passamos de Criatura a Filhos e herdeiros dos Céus.
Devido a Isso eu digo a todos que Jesus e Meu irmão, meu irmão mais velho aquele que cuida de mim e me protege.
sejamos mais íntimos do nosso irmão pois alem dele nos salvar ele deixou o espirito dele para que possamos conhecer a Deus.
..............................Flavio Eduardo Bittencourt ..................
Como Desarmar uma Bomba
Quem não se lembra de MacGyver e sua fantástica habilidade de improviso? Com um clipe de papel, ele era capaz de desarmar uma bomba. Dizem até que em um dos episódios da série, ele transformou uma velha máquina de lavar em helicóptero. Recentemente, alguém postou nas redes sociais uma foto em que o ator Richard Dean Anderson (o MacGyver na série Profissão: Perigo) aparece mais velho, inconsolável, parado numa estrada com o carro enguiçado com o capuz aberto. Que decepção! Logo ele, o gênio do improviso!
Brincadeiras à parte, vez ou outra, todos temos que bancar o MacGyver. Quem nunca precisou desarmar uma bomba? Não me refiro a um artefato explosivo propriamente, mas a uma situação potencialmente explosiva, capaz de fazer ir pelos ares tudo o que amamos ou que nos tenha custado tão caro.
Como impedir que uma bomba relógio seja detonada depois que o cronômetro entrou em contagem regressiva? Que fio cortar? O vermelho ou o azul? Ou quem sabe, o amarelo? Qualquer erro será fatal.
Segundo as Escrituras, havia um homem muito rico cujas terras ficavam no Carmelo. Seu ramo de atividade era pastoril. Possuía milhares de ovelhas, e tinha a seu dispor muitos tosquiadores. Seu nome, Nabal. Apesar de rico e muito bem casado, Nabal era um troglodita. Homem rude, maligno, que desonrava o sobrenome que carregava. Ao contrário dele, sua mulher, Abigail, era um doce, bonita por dentro e por fora. Juntos formavam uma espécie de versão bíblica do clássico “A Bela e a Fera” (apesar de seu caráter ser tão diferente do da Fera).
À época, Davi estava foragido. Sua cabeça estava a prêmio. Saul o procurava por todos os cantos de Israel, no afã de tirar a vida daquele que se constituía numa ameaça ao seu trono.
Mas Davi não estava só. Com ele estavam ao menos seiscentos homens. Imagine o desafio que era ter que alimentar aquela tropa diariamente. Não sei o que era mais difícil, mantê-los escondidos ou alimentá-los.
Chegando à região do Carmelo, Davi envia dez dos seus moços a Nabal para dar-lhe alguma satisfação e pedir que lhes enviasse algum provento. Davi não estipulou nada. Deixou-o à vontade.
Ora, com seiscentos homens, Davi poderia ter invadido qualquer propriedade e tomado dali o que bem entendesse. Mas ele era um gentleman. Recusava-se a causar prejuízo a quem quer que fosse. Ele preferiu apelar à sua generosidade, não ao seu medo.
Confira o recado que Davi envia a Nabal:
“Assim direis àquele próspero: Paz tenhas, e que a tua casa tenha paz, e tudo o que tens tenha paz! Agora, pois, tenho ouvido que tens tosquiadores. Ora, os pastores que tens estiveram conosco; agravo nenhum lhes fizemos, nem coisa alguma lhes faltou todos os dias que estiveram no Carmelo.Pergunta-o aos teus moços, e eles to dirão. Estes moços, pois, achem graça em teus olhos, porque viemos em boa ocasião. Dá, pois, a teus servos e a Davi, teu filho, o que achares à mão.”
Que postura deveríamos esperar de Nabal? No mínimo, decência. Mesmo que não atendesse à solicitação de Davi, ele deveria, no mínimo, responder com civilidade. Em vez disso, ele diz:
“Quem é Davi, e quem é o filho de Jessé? Muitos servos há hoje, que fogem ao seu senhor. Tomaria eu, pois, o meu pão, e a minha água, e a carne do meu gado que abati para os meus tosquiadores, e o daria a homens que eu não sei donde vêm?”
Quanta arrogância e mesquinhez! Imagine agora a reação de Davi ao receber a resposta malcriada de Nabal. O que esperar do homem “segundo o coração de Deus”? No mínimo, ele deveria simplesmente relevar, deixar pra lá. Mas Davi não está só. Ele precisa alimentar aqueles homens. Em contar que sua vida está correndo risco. Saul está na sua cola. Quanta pressão!
Insatisfeito com a resposta de Nabal, Davi ordena que seus homens cinjam a espada e se preparem para dizimar os homens da casa de Nabal. Ninguém seria poupado. Aquilo não ficaria barato. Em poucas horas, mais precisamente até o amanhecer, não sobraria ninguém daquela casa nem pra contar a história.
“Na verdade que em vão tenho guardado tudo quanto este tem no deserto, e nada lhe faltou de tudo quanto tem, e ele me pagou mal por bem. Assim faça Deus aos inimigos de Davi, e outro tanto, se eu deixar até amanhã de tudo o que tem, até mesmo um menino.”
A bomba estava armada. O cronômetro foi ativado. A contagem começou. E agora, quem poderia evitar aquela tragédia? Quem seria capaz de desarmar aquela bomba?
Entra em cena um dos moços de Nabal, membro da brigada anti-incêndio, que percebendo a besteira que seu senhor havia feito, corre e anunciar a Abigail:
“Eis que Davi enviou mensageiros desde o deserto a saudar o nosso amo; porém ele os destratou.Todavia, aqueles homens têm-nos sido muito bons, e nunca fomos agravados por eles, e nada nos faltou em todos os dias que convivemos com eles quando estavam no campo. De muro em redor nos serviram, assim de dia como de noite, todos os dias que andamos com eles apascentando as ovelhas. Considera, pois, agora, e vê o que hás de fazer, porque o mal já está de todo determinado contra o nosso amo e contra toda a sua casa, e ele é um homem vil, que não há quem lhe possa falar.”
Repare nisso. Aquele servo reconhecia que a presença de Davi e de seus homens ali só trouxe benefício para o seu senhor. Naqueles dias, ninguém ousava invadir aquela propriedade (o que era muito comum à época). A presença deles impunha respeito e provia segurança àquelas terras. Nada mais justo do que prover suprimento àqueles que lhe serviam de muro sem pedir nada em troca por isso. Mas Nabal não pensava assim. Agora estava nas mãos de Abigail impedir que a desgraça se abatesse sobre o seu marido e tudo o que possuía.
O texto bíblico diz que “Abigail se apressou”, tomou todo tipo de suprimento, e na companhia de alguns moços, saiu ao encontro de Davi. Detalhe: sem avisar a Nabal. O risco era enorme. Seu marido não aprovaria aquilo. Sua soberba o impedia de enxergar a bobagem que havia cometido e jamais permitiria que sua esposa se metesse para desfazer o mal-entendido.
Tão logo deixou as cercanias da propriedade, Abigail se depara com Davi, ladeado por quatrocentos guerreiros, vindo na direção contrária. E agora ou nunca. A bomba estava ali, diante dela, e precisava ser desarmada. Se cortasse o fio errado... BOOM! Ia tudo pelos ares, inclusive ela.
A primeira coisa que Abigail faz é apressar-se, descer do jumento, e prostrar-se diante de Davi. Repare que é a segunda vez que lemos no texto que Abigail apressou-se. Era como se ela ouvisse o tic-tac da bomba relógio. Não dava pra fica de lenga-lenga. Se algo tinha que ser feito, deveria ser imediatamente. Antes que fosse tarde demais.
Prostrar-se era um gesto de humilhação e rendição. Com efeito, ela disse: Não vim aqui para bater boca com o senhor. Não me atrevo a argumentar. Nem faço questão de ter razão. Apenas conto com sua compaixão. Meu marido é um homem vil. Ele bem que merece o que o senhor se propôs a fazer. Mas admito que a falha foi minha, pois deveria ter estado lá quando seus servos chegaram. Com certeza, eu o teria impedido de responder daquela maneira. Mas a minha omissão nos custou caro.
Àquela altura, argumentar com Davi equivalia a cortar o fio errado. Defender seu marido, nem pensar. Em vez disso, ela assume a responsabilidade.
Quanta coisa evitaríamos se tão somente admitíssemos a responsabilidade por aquilo que colhemos? Em vez disso, preferimos buscar bodes expiatórios. Repetimos sistematicamente a atitude de Adão que responsabilizou Eva por haver comido o fruto, e fazemos coro à desculpa de Eva ao responsabilizar a serpente. No fundo, queremos que alguém segure a batata quente, nem que este alguém seja o próprio Deus.
Não pecamos apenas quando fazemos o que não deveríamos ter feito. Também pecamos quando deixamos de fazer o que deveríamos ter feito. Omitimo-nos e temos a cara de pau de querer sair ilesos. Quem protagoniza um erro é tão culpado quanto quem deixou acontecer, estando em seu poder evitar.
Agora, Abigail recorre à consciência de Davi.
- Será que vale a pena sujar as mãos com isso? Como você vai conviver com esta culpa?
Repare no que ela mesma diz:
“Perdoa, pois, à tua serva esta transgressão, porque certamente fará o SENHOR casa firme a meu senhor, porque meu senhor guerreia as guerras do SENHOR, e não se tem achado mal em ti por todos os teus dias, e, levantando-se algum homem para te perseguir, e para procurar a tua morte, contudo a vida de meu senhor será atada no feixe dos que vivem com o SENHOR teu Deus; porém a vida de teus inimigos ele arrojará ao longe, como do meio do côncavo de uma funda. E há de ser que, usando o SENHOR com o meu senhor conforme a todo o bem que já tem falado de ti, e te houver estabelecido príncipe sobre Israel, então, meu senhor, não te será por tropeço, nem por pesar no coração, o sangue que sem causa derramaste, nem tampouco por ter se vingado o meu senhor a si mesmo; e quando o SENHOR fizer bem a meu senhor, lembra-te então da tua serva.”
Terminando Abigail de dizer tais palavras, ouve um silêncio no ar. Alguns imaginaram que Davi teria um ataque de fúria. Se isso acontecesse, a vida de Abigail talvez não fosse poupada.
E agora... se cortou o fio errado... BOOM!
“Então Davi disse a Abigail: Bendito o SENHOR Deus de Israel, que hoje te enviou ao meu encontro (Ufa!) E bendito o teu conselho, e bendita tu, que hoje me impediste de derramar sangue, e de vingar-me pela minha própria mão. Porque, na verdade, vive o SENHOR Deus de Israel, que me impediu de que te fizesse mal, que se tu não te apressaras, e não me vieras ao encontro, não ficaria a Nabal até a luz da manhã nem mesmo um menino.”
E se ela não houvesse se apressado? BOOM!
Há coisas que não podem esperar! Tic-tac, tic-tac, tic-tac...
Se tem um telefonema pra dar, o que está esperando? Se precisa pedir perdão a alguém, por que não pede logo? Se tem que confessar, confesse! Apresse-se! Antes que bomba seja detonada.
Depois de despedida, Abigail, aliviada, retornou à sua casa. Lá chegando, flagrou seu marido bêbado, festejando com os amigos, sem ter a menor ideia do que estava acontecendo. Sabiamente, ela foi para o seu quarto e não lhe contou nada. A mesma Abigail que teve pressa em ir ao encontro de Davi, agora demonstrava a paciência necessária para esperar a hora certa de colocar seu marido a par de tudo o que ocorrera. Se contasse naquela noite, talvez ela armasse uma nova bomba. E esta, quem desarmaria?
Há que se ter discernimento para saber quando apressar-se e quando conter-se e esperar a hora certa.
“Sucedeu, pois, que pela manhã, estando Nabal já livre do vinho, sua mulher lhe deu a entender aquelas coisas; e se amorteceu o seu coração, e ficou ele como pedra.”
Como se não bastasse a reação inusitada de Nabal, que ficou estatelado ante ao que ouvira de sua mulher, dez dias depois, o próprio Senhor tirou sua vida.
Quando Davi soube o que ocorrera a Nabal, seu coração de regozijou, pelo que disse:
“Bendito seja o SENHOR, que julgou a causa de minha afronta recebida da mão de Nabal, e deteve a seu servo do mal, fazendo o SENHOR tornar o mal de Nabal sobre a sua cabeça.”
Quando agimos por conta própria, privamos Deus da oportunidade de manifestar Sua justiça. Não precisamos pleitear nossas próprias causas. Temos um advogado que jamais perdeu causa alguma. Calemo-nos e cedamos a vez a Ele. Deixemos que Ele aja por nós.
Deus não atingiu Nabal com um raio. Isso é coisa de Zeus, não de Deus. O texto não especifica como, mas deixa claro que Ele apenas permitiu que Nabal fosse vítima de sua própria maldade. Algo parecido com o que Paulo fala em Romanos 1: Deus os entrega às suas paixões e eventuais consequências.
Tão logo soube da morte de Nabal, Davi mandou buscar Abigail para que fosse sua esposa. Pode soar-nos estranho. Mas o fato é que naquela cultura, se a mulher ficasse viúva em filhos, ela ficaria desamparada, pois não tinha direito à herança. Davi preocupou-se com Abigail, e a única forma de retribuir-lhe era tornando-a sua esposa. Ademais, quem não gostaria de ter como esposa alguém com tal sabedoria e sensibilidade? Há pessoas que têm o dom de extrair de nós o que temos de melhor. São estas que deveríamos trazer pra perto, sejam como cônjuges, companheiros, sócios, ou simplesmente irmãos. Pessoas através das quais Deus nos impede de fazer besteiras e que estão sempre prontas a deixarem-se usar por Deus para desarmar bombas.
quinta-feira, 22 de janeiro de 2015
Deus nos envia a ajudar o proximo
Ontem em caminho a Igreja estávamos no carro eu meu irmão minha irma e minha cunhada, no caminho o meu irmão falou assim: - para o carro! para o carro!
Sem entender ele saiu do carro e foi ajudar uma pessoa.
o carro estava rebocando um outro carro na corda, no fim da ladeira a corda arrebentou e o carro devido estar quebrado por algum motivo ele estava sem freio e so tinha dois homens segurando o carro numa ladeira para que não descesse e quebrasse mas também para não colidir com outros carros que vinham pois a rua tem um trafego de carros muito intenso.
nisso ele saiu do meu carro correndo e os ajudaram, o carro subiu e conseguiram salvar o carro.
vejam como importante é as coisas de Deus.
nós não íamos passar por aquela rua, devido a um engarrafamento intenso em outro lugar mudamos totalmente a rota.
passavam tantas pessoas e ninguém os ajudavam nem enxergavam aquilo que estava acontecendo, como se eles não existissem naquele lugar.
Deus provou os filhos dele, pois ser Reinista e ser bom, cuidar do próximo como nós mesmos, enxergar alem e visualizar o que pudera acontecer e saber que deus pode contar conosco.
"E dele temos este mandamento: que quem ama a Deus, ame também a seu irmão" i joao 4:21
então se amamos o nosso próximo, a quem nem conhecemos amamos a DEUS.
sejamos retos e justos no amor de Deus
e ajude o seu próximo
pois Deus nos coloca em certos caminhos e nos usa como anjos enviados a ajudar alguém pois deus conta com você ele conta com seus Santos.
"Mas vòs sois a geração eleita, o sacerdòcio real, a nação santa, o povo adquirido, para que anuncieis as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz"; 1 Pedro 2:9
..................................Flavio Bittencourt ...................
Sem entender ele saiu do carro e foi ajudar uma pessoa.
o carro estava rebocando um outro carro na corda, no fim da ladeira a corda arrebentou e o carro devido estar quebrado por algum motivo ele estava sem freio e so tinha dois homens segurando o carro numa ladeira para que não descesse e quebrasse mas também para não colidir com outros carros que vinham pois a rua tem um trafego de carros muito intenso.
nisso ele saiu do meu carro correndo e os ajudaram, o carro subiu e conseguiram salvar o carro.
vejam como importante é as coisas de Deus.
nós não íamos passar por aquela rua, devido a um engarrafamento intenso em outro lugar mudamos totalmente a rota.
passavam tantas pessoas e ninguém os ajudavam nem enxergavam aquilo que estava acontecendo, como se eles não existissem naquele lugar.
Deus provou os filhos dele, pois ser Reinista e ser bom, cuidar do próximo como nós mesmos, enxergar alem e visualizar o que pudera acontecer e saber que deus pode contar conosco.
"E dele temos este mandamento: que quem ama a Deus, ame também a seu irmão" i joao 4:21
então se amamos o nosso próximo, a quem nem conhecemos amamos a DEUS.
sejamos retos e justos no amor de Deus
e ajude o seu próximo
pois Deus nos coloca em certos caminhos e nos usa como anjos enviados a ajudar alguém pois deus conta com você ele conta com seus Santos.
"Mas vòs sois a geração eleita, o sacerdòcio real, a nação santa, o povo adquirido, para que anuncieis as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz"; 1 Pedro 2:9
..................................Flavio Bittencourt ...................
quarta-feira, 21 de janeiro de 2015
terça-feira, 20 de janeiro de 2015
segunda-feira, 19 de janeiro de 2015
Pena de Morte - Hermes C. Fernandes
Sempre que ocorre um crime hediondo com requintes de crueldade, ouve-se vozes em defesa da aplicação da pena capital. Eu mesmo, ao assistir à reportagem sobre o assassinato a sangue frio de uma criança de apenas cinco anos que suplicava pela vida mãe, deixei escapar dos lábios: Este bandido não merece viver.
Todavia, não é sensato posicionar-se sobre um tema tão complexo na hora da emoção. Como cristãos, devemos buscar abalizar nossas opiniões no espírito do Evangelho.
Engana-se quem pensa que não há pena de morte no Brasil. Ela é prevista exclusivamente para crimes militares cometidos em tempo de guerra. O Brasil é o único país de língua portuguesa que prevê a pena capital em sua constituição. O código pena militar trata dos crimes que são puníveis com a morte (ao todo são 36 crimes), e determina que seja executada por fuzilamento, havendo a possibilidade de que o presidente da República conceda graça ou comute a pena por outra. Somente a partir da constituição de 1988, a pena de morte foi totalmente abolida para todos os crimes não-militares.
Portugal foi praticamente o primeiro país do mundo a abolir a pena de morte. E hoje, a maioria dos países civilizados já a aboliu.
Nos Estados Unidos, onde os estados possuem certa autonomia em sua legislação, alguns ainda mantêm a pena, mesmo depois de terem sido comprovadas falhas no sistema de justiça que levaram à execução pessoas inocentes.
Há vários métodos usados em sua aplicação ao longo da história, alguns dos quais são vigentes até hoje.
• Injeção Letal - Aplica-se por via intravenosa, e de forma contínua, barbitúricos de ação rápida em quantidade letal, combinados com produtos químicos paralisante-musculares.
• Fuzilamento - São disparados vários tiros simultaneamente sobre indivíduos condenados à morte.
• Enforcamento – Pressiona-se com uma corda o pescoço, interrompendo o fluxo de oxigênio para o cérebro.
• Câmara de Gás - Método muito usado pelo regime nazista.
• Eletrocussão – Prende-se o indivíduo a uma cadeira onde recebe uma forte descarga elétrica.
• Crucificação – Método predileto dos romanos. Era uma espécie de ritual em que, primeiro o individuo era flagelado, e depois crucificado.
• Fogueira – Muito usado durante o período da Santa Inquisição.
• Decapitação – Por espada ou guilhotina
• Envenenamento – O indivíduo é obrigado a ingerir poção venenosa
• Lançando às feras – Muitos cristãos foram vítimas deste método cruel no Império Romano.
O que todos estes métodos têm em comum além de provocar a morte? São irreversíveis. Se for comprovada a inocência de um preso, basta soltá-lo. Mas este houver sido executado, não haverá como corrigir a injustiça. Talvez esta seja a argumentação mais razoável sustentada por quem é contra a aplicação da pena de morte.
O que dizem as Escrituras sobre o tema? Há amparo bíblico para a aplicação desta pena? Uma leitura honesta nos levará a algumas conclusões que para alguns podem parecer desconcertantes.
A primeira delas é que foi o próprio Deus quem a instituiu. Confira:
“E ordenou o SENHOR Deus ao homem, dizendo: De toda a árvore do jardim comerás livremente, mas da árvore do conhecimento do bem e do mal, dela não comerás; porque no dia em que dela comeres, certamente morrerás.” Gênesis 2:16-17
A partir da desobediência do primeiro casal, todos já nascemos espiritualmente mortos e destinados a experimentar igualmente a morte física. Portanto, a pena do pecado (a morte) se aplica à toda humanidade.
A segunda constatação é que a Lei dada por Deus a Moisés no monte Sinai sanciona a pena de morte, que deveria ser aplicada em casos de assassinato premeditado (Êx 21:12-14); sequestro (Êx 21:16; Dt 24:7); adultério (Lv 20:10-21; Dt 22:22); incesto (Lv 20:11-12, 14); bestialidade (Êx 22:19; Lv 20:15-16); desobediência aos pais (Dt 17:12; 21:18-21); ferir ou amaldiçoar os pais (Êx 21:15; Lv 20:9; Pv 20:20; Mt 15:4; Mc 7:10); falsas profecias (Dt 13:1-10); blasfêmia (Lv 24:11-14; 16:23); profanação do sábado (Êx 35:2; Nm 15:32-36); e sacrifícios aos falsos deuses (Êx 22:20).
Os profetas não a invalidaram. Veja, por exemplo, o que diz o Senhor pelos lábios de Ezequiel:
“Eis que todas as almas são minhas; como o é a alma do pai, assim também a alma do filho é minha: a alma que pecar, essa morrerá.” Ezequiel 18:4
Alguém poderia argumentar que todas estas passagens se encontram no Antigo Testamento, mas que agora, sob a égide da Nova Aliança, a pena de morte perdeu a sua legitimidade. Porém, não é isso que constatamos ao ler os evangelhos e as epístolas. Repare, por exemplo, no que diz Paulo, apóstolo da graça:
“Porque os magistrados não são motivo de temor para os que fazem o bem, mas para os que fazem o mal. Queres tu, pois, não temer a autoridade? Faze o bem, e terás louvor dela; porquanto ela é ministro de Deus para teu bem. Mas, se fizeres o mal, teme, pois não traz debalde a espada; porque é ministro de Deus, e vingador em ira contra aquele que pratica o mal.”Romanos 13:3-4
Paulo reconhece que Deus outorgou ao Estado o dever de aplicar duras penas para coibir o avanço do crime e da injustiça. Toda autoridade é ministro de Deus, trazendo consigo a espada para punir os malfeitores. Em momento algum Paulo questiona o direito que Deus confere às autoridades na aplicação da pena capital. Num episódio narrado em Atos, vendo-se sob o risco de ser condenado a tal pena, o apóstolo diz:
“Se, pois, sou malfeitor e tenho cometido alguma coisa digna de morte, não recuso morrer; mas se nada há daquilo de que estes me acusam, ninguém me pode entregar a eles; apelo para César.” Atos 25:11
Diante do que expus a cima, não vejo alternativa senão admitir que a pena de morte seja bíblica, autorizada por Deus tendo como objetivo a manutenção da ordem social. Todavia, recuso-me a posicionar-me favorável a ela. Será que posicionando-me assim, eu estaria me opondo aos princípios da Palavra de Deus? Permita-me explicar minhas razões, antes de condenar-me à fogueira destinada aos hereges.
Assim como Deus autoriza o estado a usar a espada, Cristo ordenou que Seus discípulos o acompanhassem na reta final de Sua jornada na terra munidos de espadas. Porém, quando um deles, afoito, desembainhou sua espada para tentar defender seu mestre daqueles que pretendiam leva-lo preso, Jesus o repreendeu e disse: “Embainha a tua espada; porque todos os que lançarem mão da espada, à espada morrerão” (Mt.26:52). Talvez Pedro tenha ficado confuso, pensando: - Como assim? Ele mesmo nos manda trazer espadas e agora me censura por usá-la para defendê-lo?
Ora, violência gera violência. A melhor maneira de se combater o crime, a desordem, a injustiça e suas mazelas não é com o uso da força. Não estou, com isso, dizendo que o estado não tenha tal prerrogativa. Todavia, a igreja deve oferecer uma alternativa ao uso ostensivo da violência. E isso, a meu ver, inclui a aplicação da pena capital.
Outro caso que nos ajudará a tomar posição acerca do assunto é o da mulher pega em flagrante adultério e prestes a ser sumariamente executada. Aqueles homens munidos de pedras não estavam agindo arbitrariamente. Pelo contrário, estavam devidamente amparados pela Lei. Aquilo era o certo a fazer. O pecado tinha que ser punido publicamente para que outros, ao assistirem àquele espetáculo de horror, pensassem duas vezes antes de incorrerem no mesmo erro.
Jesus Se vê numa saia justa. A quem, afinal, ele deveria defender, a vítima ou seus algozes? Jesus não poderia desautorizá-los, questionando e relativizando a ele. Mas também não poderia assistir àquela execução passivamente. Em vez de posicionar-se contra ou a favor da pena capital, Ele lança um desafio: “Aquele que não tem pecado, atire a primeira pedra” (João 8:7). Todos foram saindo à francesa. Pelo jeito, ela não era a única digna de morte ali.
A pena capital está fundamentada no Princípio da Proporcionalidade. Moisés declarou que “quem ferir o outro, de modo que este morra, também será morto (...) Olho por olho, dente por dente, mão por mão, pé por pé” (Êx 21:12, 24). Trata-se da lei de talião, que visava impedir abusos por parte de requeresse justiça. Quem perdesse um olho, não poderia cobrar dois de quem o furou. Sem dúvida, qualquer jurista vai dizer que esta lei foi um avanço na compreensão que a sociedade alcançou acerca do direito. Todavia, Jesus veio nos mostrar um caminho mais excelente. Leia atentamente o que Ele diz:
“Ouvistes que foi dito: Olho por olho, e dente por dente. Eu, porém, vos digo que não resistais ao mal; mas, se qualquer te bater na face direita, oferece-lhe também a outra.” Mateus 5:38-39
Jesus, portanto, lança um novo fundamento sobre o qual deveríamos construir a civilização do reino: o perdão. Ele reconhece o direito que a sociedade tem de requerer a morte de quem praticou um crime hediondo, porém, nos desafia a ir além do exercício deste direito, perdoando e rompendo assim com o ciclo da violência. Por incrível que pareça, Gandhi, um hindu, percebeu isso melhor do que muitos cristãos. Pregador da não-violência, ele acreditava que se levássemos a lei do “olho por olho” ao pé da letra, todos acabaríamos cegos.
A prova de que a justiça humana falha está no fato de Jesus ter sido condenado à morte inocentemente. O mesmo não aconteceu com os outros dois crucificados ao Seu lado. Um deles reconheceu a inocência de Jesus e a sua própria culpa. Se aquele ladrão que se converteu na cruz tivesse a chance de ter sua pena revogada, ele teria se tornado numa bênção para toda a sociedade. Acho que ele teria sido mais útil no mundo do que no paraíso. Eu só poderia ser a favor da pena de morte se não acreditasse no poder que o evangelho tem de transformar monstros em homens de bem.
domingo, 18 de janeiro de 2015
programação deste Domingo
Atenção amigos! Programação deste domingo dia 18/01/2015
as 15horas - evangelismo na praça
as 17horas - ensaio grupo das crianças
as 18horas - escola bíblica dominical
as 19horas - Culto de louvor e adoração
Um Reinista fiel voltado a obra de DEUS
sexta-feira, 16 de janeiro de 2015
Karl Marx, o idealizador do comunismo, sugeriu que a história deveria ser entendida sob o prisma da luta entre classes. Desde os primórdios da civilização sempre houve conflito entre etnias, religiões, cosmovisões diferentes e classes sociais. Os que vencem consideram-se superiores aos vencidos, e, portanto, no direito de dominá-los. Parece-me que Marx foi preciso em seu diagnóstico, todavia, não poderia dizer o mesmo acerca do remédio que prescrevera, dado seus conhecidos e indesejáveis efeitos colaterais.
De onde provem a hierarquização social? Seria o plano original do Criador que os homens se arrogassem o direito de exercer domínio sobre outros? Apesar de parecer-me óbvio que nada ocorre sem a sua devida chancela, atrevo-me a crer que isso não constava do plano original de Deus.
O relato inicial de Gênesis dá conta de que “criou Deus o homem à sua imagem (...) homem e mulher os criou” (Gn.1:27). Não há qualquer indício de que houvesse alguma hierarquia entre eles. Ambos foram criados à imagem e semelhança de Deus.
No segundo relato, lemos que, depois de dar nome aos bichos, o homem sentiu-se só, pois não encontrara alguém que lhe fosse compatível. “Então o SENHOR Deus fez cair um sono pesado sobre Adão, e este adormeceu; e tomou uma das suas costelas, e cerrou a carne em seu lugar; e da costela que o SENHOR Deus tomou do homem, formou uma mulher, e trouxe-a a Adão” (Gn. 2:20-25). Mais uma vez não encontramos menção à posição do homem como superior à mulher.
Ao encontrar-se com sua companheira pela primeira vez, Adão disse: “Esta é agora osso dos meus ossos, e carne da minha carne; esta será chamada mulher, porquanto do homem foi tomada. Portanto deixará o homem o seu pai e a sua mãe, e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma carne. E ambos estavam nus, o homem e a sua mulher; e não se envergonhavam”(Gn. 2:20-25).
A expressão “carne da minha carne” pode indicar a malha social que começava a ser tecida. Cada novo membro da família humana deveria ser um novo ponto desta tecelagem. Já a expressão “osso dos meus ossos” pode apontar para a estrutura por trás desta malha, dando-lhe sustentação. Sem os ossos, o corpo se dissolveria. Assim também, sem um esqueleto social formado de instituições fortes, a sociedade se dissolve. A primeira destas instituições é, sem dúvida, a família. Não fosse a queda, talvez esta fosse a única. Porém, a queda produziu novas demandas, dentre elas, a de um governo.
Homem e mulher deveriam ser parceiros, os tecelões da sociedade. Porém, a queda interferiu na harmonia original, produzindo conflito de interesses. O pronome “nós” foi substituído pelo “eu” e “ele”. O “serão ambos uma só carne” deu lugar ao “cada um por si”.
Tão logo foi tentada pela serpente intrusa, a mulher estendeu a mão em direção à árvore vetada por Deus, “tomou do seu fruto, e comeu, e deu também a seu marido, e ele comeu com ela” (Gn. 3:6).
Repare na ordem dos fatos: ela primeiro toma para si e come, só então oferece ao seu marido. Primeiro, eu. Depois, você. Este gesto prenunciou a queda. Foi o salto que os lançou despenhadeiro a baixo. Eva usurpou a primazia ao servir-se a si mesma.
O evento chamado pelos teólogos de Queda não apenas alienou a humanidade de Deus, mas também comprometeu seriamente as relações sociais. Ora, quando um osso se fratura, faz-se necessário o uso de uma tala até que ele seja regenerado. O que deveria sustentar o corpo, agora tem que ser sustentado por um elemento estranho ao corpo. Às vezes, tem-se que usar muletas para evitar que o corpo se apoie sobre a perna fraturada.
Somente a partir da Queda, Deus estabelece uma hierarquia entre homem e mulher, que serviria de base para toda estrutura hierárquica que viria depois.
Observe a sentença proferida por Deus:
“E à mulher disse: Multiplicarei grandemente a tua dor, e a tua conceição; com dor darás à luz filhos; e o teu desejo será para o teu marido, e ele te dominará.” Gênesis 3:16
A relação antes harmoniosa agora precisaria ser engessada até que se recuperasse plenamente.
Milênios se passaram desde então, quando a Cura chegou ao mundo dos homens. Todavia, Jesus teria que inserir-Se no meio do conflito a fim de hastear a bandeira da paz.
Recentemente sofri uma queda do púlpito da igreja. Ao descer dele para atender a alguém que solicitava minha atenção, apoiei-me num pedestal, pisei em falso e caí. Levado para o hospital, soube que precisaria imobilizar meu pé direito com uma bota ortopédica e que, depois de alguns dias de “perna pro ar”, talvez necessitasse de fisioterapia. Já se passaram dois meses e meu pé ainda dói. Caminho normalmente, porém, às vezes, quando ele incha, volto a mancar. O médico já me advertira que a recuperação seria lenta.
Enquanto meu pé estava imobilizado, tinha que saltar apoiando-me no pé esquerdo, como se fosse um saci-pererê. Resultado: o pé esquerdo começou a doer mais do que o direito. Todo o peso do corpo agora era apoiado nele, sobrecarregando-o.
Depois da Queda do homem, Deus atou-o com a tala da Lei moral e engessou-o com a Lei cerimonial. Cristo veio e removeu o gesso. Todavia, ainda nos resta um tempo para que recobremos o vigor original de nossas relações. A igreja seria, por assim dizer, a fisioterapeuta do mundo. Por isso, o Novo Testamento corrobora com a ideia de que a relação conjugal deve ser encabeçada pelo homem:
“Vós, mulheres, sujeitai-vos a vossos maridos, como ao Senhor; porque o marido é a cabeça da mulher, como também Cristo é a cabeça da igreja, sendo ele próprio o salvador do corpo. De sorte que, assim como a igreja está sujeita a Cristo, assim também as mulheres sejam em tudo sujeitas a seus maridos. Vós, maridos, amai vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela.” Efésios 5:22-25
A ferida desinflamou, mas não cicatrizou ainda. O gesso e a tala foram removidos, mas o paciente não consegue pisar firmemente. Ele ainda manca. Por isso, um dos pés terá que ser sobrecarregado por mais um tempo. Todavia, Cristo Se oferece como um novo modelo de primazia para o homem. Em vez de simplesmente dominá-la, o homem deve amá-la e se entregar por sua mulher, assim como Cristo amou a Sua igreja, entregando-Se por ela. O que seria mais difícil, sujeitar-se a outrem ou entregar-se para morrer por ele? Ademais, sujeitar-se ao outro não é prerrogativa somente da mulher. No verso anterior, Paulo diz que devemos todos sujeitar-nos “uns aos outros no temor de Deus” (Ef.5:21).
Em Cristo, o conflito entre classes termina. Quem antes se arrogava direito de dominar os demais, agora é desafiado a apascentar o rebanho de Deus, “não por força, mas espontaneamente segundo a vontade de Deus; nem por torpe ganância, mas de boa vontade; nem como dominadores sobre os que vos foram confiados, mas servindo de exemplo ao rebanho” (1 Pe.5:2-3). Por isso que Paulo, apesar da autoridade que tinha, não se estribava nela, mas apelava à consciência das pessoas. Escrevendo a Filemon, ele diz: “Ainda que tenha em Cristo grande confiança para te mandar o que te convém, todavia peço-te antes por amor” (Filemom 1:8-9).
Em Cristo, “não há judeu nem grego; não há escravo nem livre; não há homem nem mulher” (Gl.3:28). A igreja é, por assim dizer, um ensaio de como as relações sociais se darão na sociedade definitiva, quando Cristo “houver destruído todo domínio, e toda autoridade e todo poder” (1 Co.15:24), e Deus for “tudo em todos” (v.28).
A proposta do reino não é hierarquização, mas sujeição mútua em amor. Assim como os ossos devem suportar o peso dos demais alternadamente, dependendo da posição em que o corpo estiver, assim devemos suportar uns aos outros em amor (Cl.3:13). Suportar aqui não tem o significado de tolerar mas de ser suporte, isto é, aquilo que dá sustentação.
Para tal, devemos estar dispostos a servir uns aos outros, dando-lhes sempre primazia. Não se trata de ser seletivo, de escolher a quem se deve servir, mas de servir igualmente a todos. Não se deve usar a liberdade concedida pela graça como pretexto para uma vida autocentrada. Servir ao outro é bem diferente de servir-se do outro. Considere o que Paulo diz sobre isso:
“Porque vós, irmãos, fostes chamados à liberdade. Não useis então da liberdade para dar ocasião à carne, mas servi-vos uns aos outros pelo amor.”Gálatas 5:13
Para o apóstolo, o cristão carnal é aquele que se nega a sujeitar-se aos demais , servindo-os em amor. Ele mesmo admite que “sendo livre para com todos”, fez-se“servo de todos para ganhar ainda mais” (1 Co.9:19). Da perspectiva do mundo, quanto mais a gente se impõe aos demais, mais ganhamos. Porém, o evangelho subverte esta ordem, de sorte que, quanto mais servimos, tanto mais ganhamos.
Há, porém, uma diferença entre a submissão cega e a submissão consciente. Na clássica passagem em que fala das autoridades estabelecidas por Deus, Paulo diz que não devemos submeter-nos meramente por medo de eventuais sanções, mas por consciência (Rm.13:5). Submissão cega não passa de subserviência, e, esta, por sua vez, ora é motivada por medo, ora por interesse. Já a submissão requerida pelo evangelho é motivada exclusivamente por amor.
E será este mesmo amor que nos fará preferir-nos “em honra uns aos outros”(Rm.12:10). Se alguém tiver que ser honrado, que seja o outro, não nós. Em vez de enciumados, sentimo-nos realizados diante da honra recebida pelo nosso irmão, afinal de contas, somos membros uns dos outros, como nos ensinam as epístolas paulinas. Na mesma passagem em que fala da sujeição mútua entre os cristãos, Paulo diz que além de membros do corpo de Cristo, também somos membros “da sua carne, e dos seus ossos” (Ef.5:30). O que deve nos unir não são apenas nossas ações (carne), mas também nossas motivações (ossos). Para Deus, o que não se vê é ainda mais importante do que o que se vê.
O que nos conecta uns aos outros não são os papéis sociais que desempenhamos, e sim nosso DNA espiritual. Somos todos “imagem e semelhança” de Deus.
É claro que somos diferentes. Temos papéis distintos. Porém, iguais em dignidade. Mesmo “os membros do corpo que parecem ser os mais fracos são necessários; e os que reputamos serem menos honrosos no corpo, a esses honramos muito mais; e aos que em nós são menos decorosos damos muito mais honra. Porque os que em nós são mais nobres não têm necessidade disso, mas Deus assim formou o corpo, dando muito mais honra ao que tinha falta dela” (1 Co.12:22-26). É desta maneira o tecido social é devidamente calibrado. Os mais fracos devem ser os mais honrados. Já os “nobres” dispensam tais honrarias. É como alguém que tem uma perna mais curta que a outra. A perna normal não precisa de um sapato com salto maior, mas a menor sim.
Ainda mais importante que a honra concedida a uns em detrimento de outros é o cuidado recíproco. Paulo insiste em que os membros devem ter “igual cuidado uns dos outros. De maneira que, se um membro padece, todos os membros padecem com ele; e, se um membro é honrado, todos os membros se regozijam com ele” (1 Co.12:22-26). Todo cuidado é uma expressão de amor. Só cuida quem se importa, e só se importa com quem se ama. Assim, se alguém for honrado em nosso lugar, sentiremos como se nós mesmos fôssemos honrados. E se alguém estiver sofrendo, nos solidarizaremos com a sua dor.
Honrar é dar a primazia ao outro, ceder a vez, estimar o interesse alheio superior aos nossos. Isso é ter “os mesmos sentimentos que houve em Cristo Jesus”. É atender à admoestação apostólica de que “cada um considere os outros superiores a si mesmo”, não atentando “cada um para o que é propriamente seu, mas cada qual também para o que é dos outros” (Fp.2:3-4). É fácil? Certamente que não. Mas é o que o evangelho demanda de nós. Os últimos terão que ser os primeiros. E para tal, os primeiros terão que ser os últimos.
Será assim que subverteremos a ordem vigente no mundo desde a Queda de nossos primeiros ancestrais. Mesmo antes de vendê-lo por trinta moedas de prata, traindo assim o Seu mestre, Judas traiu a proposta do reino de Deus.
Os discípulos já haviam sido advertidos de que dentre eles havia um traidor. Todos queriam um sinal que o identificasse. Engana-se quem imagina que o traidor fora reconhecido por um beijo. O beijo identificou o traído, não o traidor.
Dois sinais identificariam quem O trairia:
“O que põe comigo a mão no prato, esse me há de trair.” Mateus 26:23
“O que come o pão comigo, levantou contra mim o seu calcanhar.” João 13:18
Ambos os sinais seriam vistos na mesma ocasião, a saber, na última ceia de Jesus com Seus discípulos. E o que eles revelam?
Meter a mão no prato é servir-se a si mesmo, fazendo exatamente o que Eva fez no paraíso. Enquanto Jesus partia o pão e servia aos demais, Judas servia a si mesmo. Partir o pão era tarefa do servo, não de quem estava sentado à cabeceira da mesa em posição de honra.
Nesta mesma ocasião, os discípulos discutiam quem deveria ser o maior entre eles. Jesus aproveitou a oportunidade para dar-lhes uma lição que jamais se esqueceriam:
“E ele lhes disse: Os reis dos gentios dominam sobre eles, e os que têm autoridade sobre eles são chamados benfeitores. Mas não sereis vós assim; antes o maior entre vós seja como o menor; e quem governa como quem serve. Pois qual é maior: quem está à mesa, ou quem serve? Porventura não é quem está à mesa? Eu, porém, entre vós sou como aquele que serve.”Lucas 22:21-27
Só deve ser honrado quem não faz a menor questão da honra, e sim, de ser vir. É desta maneira que Deus subverte a ordem. O maior deve ser o menor.
Jesus não limitou-se a dar-lhes um sermão. Mesmo sabendo que “já era chegada a sua hora de passar deste mundo para o Pai”, Ele insistiu em amá-los até o fim. Acabada a ceia, Jesus levantou-se, “tirou as vestes, e, tomando uma toalha, cingiu-se. Depois deitou água numa bacia, e começou a lavar os pés aos discípulos, e a enxugar com a toalha com que estava cingido” (João 13:1-5). Há um detalhe aqui que precisamos focar. Quando o primeiro casal rebelou-se contra Deus, a primeira percepção que tiveram foi que estavam nus. Dentro do simbolismo bíblico, nudez representa desonra, uma metáfora que aponta para a exposição de nossa fragilidade. Eles, imediatamente, trataram de coser folhas de figueira para cobrir sua vergonha. Jesus toma a direção oposta. Ele Se expõe perante o olhar censor dos Seus discípulos. Sua genitália é coberta pela toalha, porém, cada vez que enxuga os pés dos Seus discípulos, fica exposta. Porém, Ele parece não se importar. Ademais, horas depois Ele seria crucificado totalmente nu, exposto a toda população de Jerusalém.
Quem teria maior autoridade do que Ele? O texto faz questão de frisar que Ele sabia“que o Pai tinha depositado nas suas mãos todas as coisas”. Mesmo assim, sem o menor recato, sem falsos escrúpulos, Ele se desnuda e lava os pés dos Seus discípulos como se fosse um mero serviçal.
Tal atitude me remete ao episódio em que Davi encabeçava a procissão que trazia de volta a Arca da Aliança a Jerusalém. Inadvertidamente, o rei dançava com tanta alegria, que suas partes íntimas ficavam despudoradamente expostas, provocando o ciúme de Mical, sua esposa, que assistia de sua janela. Ao chegar em casa, Davi foi duramente criticado:
“Quão honrado foi o rei de Israel, descobrindo-se hoje aos olhos das servas de seus servos, como sem pudor se descobre um qualquer.” 2 Samuel 6:20b
Pelo que ele respondeu:
“Perante o Senhor me tenho alegrado. Ainda mais do que isso me rebaixarei e me humilharei aos meus olhos. Quanto às servas, de quem falaste, delas serei honrado.” vv 21b-22
Só Deus pode avaliar a motivação de alguém. Para Mical, Davi estava se desgastando ante os olhos das suas servas. Porém, quanto mais se humilhava, expondo-se em sua alegria saltitante e ingênua, mais honrado era por todo o seu povo.
Enquanto lavava os pés dos seus discípulos, dois deles tiveram comportamento totalmente inverso. Pedro sentiu-se constrangido e tentou dissuadir Jesus de prosseguir. Ao chegar a vez de Judas, este levantou o calcanhar para Jesus, como quem quisesse dizer: Se é para lavar, trate de lavar direitinho (Jo.13:18).
Se o primeiro sinal do traidor foi servir a si mesmo, o segundo sinal foi abusar do serviço do outro. Ambas são posturas que contrariam o espírito do evangelho e a causa do reino de Deus. Devemos, antes, deixar-nos constranger pela disposição demonstrada por outros em nos servir, e, jamais abusar do seu amor.
Ao terminar o serviço, Jesus deve ter-lhes fitado os olhos quando disse: “Ora, se eu, Senhor e Mestre, vos lavei os pés, vós deveis também lavar os pés uns aos outros. Porque eu vos dei o exemplo, para que, como eu vos fiz, façais vós também. Na verdade, na verdade vos digo que não é o servo maior do que o seu senhor, nem o enviado maior do que aquele que o enviou. Se sabeis estas coisas, bem-aventurados sois se as fizerdes” (João 13:14-18). Saber nunca foi o suficiente. Saber, incha. Mas o amor, edifica (1 Co.8:1). Portanto, devemos despir-nos de nossa vaidade e servir àqueles a quem o Senhor confiou aos nossos cuidados, honrando-os, amando-os até o fim.
quinta-feira, 15 de janeiro de 2015
Reina!
Mas, buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas. Mateus 6:33
Este blog está comprometido com a proclamação da Palavra de Deus, com a educação das gerações e com a restauração do ser humano e da sociedade, tendo em vista o futuro da raça humana.
Missão
* Anunciar o Reino de Deus como uma realidade presente
* Denunciar os desvios doutrinários sofridos pela igreja hodierna
* Estimular seus leitores a desenvolver seus dons e talentos tanto no âmbito da igreja, quanto no meio secular
* Promover a inserção dos valores cristãos em cada esfera de atividade humana, seja na educação, nas artes, nos negócios, nas ciências, na política ou nos esportes
* Conscientizar quanto à preservação do meio-ambiente e o legado que deixaremos para as próximas gerações
Valores e Princípios
* O Novo Mandamento de Cristo (Amar ao outro como Ele mesmo amou)
* O Reino de Deus sobre todas as esferas da sociedade
* Supremacia das Sagradas Escrituras como única regra infalível de fé e prática
* Salvação exclusivamente pela Graça por meio da fé
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